Uma inovação com selo gurupiense promete revolucionar a forma como o álcool combustível é analisado no Brasil. A pesquisadora Fabíola Almeida Bezerra, do Câmpus da UFT em Gurupi, desenvolveu um novo método baseado em nanossensores que mudam de cor ao detectar a presença de metanol — substância que, em excesso, pode causar sérios danos aos veículos.
O projeto, que faz parte da dissertação de mestrado da pesquisadora, foi desenvolvido sob orientação do professor Nelson Luis Gonçalves (@nelson.g.souza) e já caminha para ser patenteado. O diferencial da técnica é que ela é mais simples, mais rápida e muito mais barata que os métodos convencionais usados atualmente no controle de qualidade de combustíveis.
Segundo Fabíola (@fabsscastell), a descoberta pode ajudar a combater fraudes em postos de combustíveis e proteger os consumidores de prejuízos mecânicos e financeiros. “A ideia é facilitar a identificação de adulterações de forma acessível e eficiente, garantindo mais segurança para quem abastece”, explicou a pesquisadora.
A tecnologia utiliza nanossensores capazes de mudar de cor quando entram em contato com o metanol, permitindo identificar a substância de forma quase imediata — sem necessidade de equipamentos caros ou análises complexas de laboratório.
Mais do que um avanço científico, o estudo representa o potencial da ciência feita no Tocantins e o papel fundamental da universidade pública na inovação e no desenvolvimento regional.
👏 Viva a pesquisa, viva a UFT e viva o talento tocantinense que faz a diferença no Brasil!



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